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domingo, 15 de maio de 2011

Fêmeas peritas em observação - Não é apenas o sexo que distingue os cães

do site Ciência Hoje, http://www.cienciahoje.pt/

2011-04-27

 As fêmeas podem ter de recorrer mais à vista para se manterem a par de uma ninhada de cachorrosUm novo estudo descobriu que quando uma bola aparece e magicamente muda de tamanho à frente dos olhos dos cães, as fêmeas conseguem observar esta mudança mas os machos não. Os investigadores ainda não sabem o que está por trás desta disparidade, mas especialistas dizem que a descoberta reforça a ideia de que os machos confiam nos seus narizes, enquanto as fêmeas confiam nos seus olhos.


O ponto de partida para esta investigação, publicada na Biology Letters, não foi as diferenças entre sexos. O biólogo Corsin Müller e colegas da Universidade de Viena queriam saber se os cães têm a capacidade de reconhecer que um objeto não deve mudar o tamanho se desaparece por um momento. Para isso, foram recrutados 25 cães fêmeas e 25 cães machos.


Quando um cão foi para o laboratório para ser testado, primeiro teve de jogar com duas bolas: uma do tamanho de uma bola de ténis e outra idêntica mas do tamanho de um melão. Em seguida, o cão e respectivo proprietário deixaram a sala, enquanto um investigador preparava a experiência. Quando o cão voltou, sentou-se à frente do dono, que estava com os olhos vendados, para que as reacções não influenciassem o animal de estimação. Uma das bolas estava à esquerda de uma tela à frente do cão, e um dos cientistas, escondido atrás de uma outra tela, lentamente puxou a bola com um fio transparente. À medida que o cão assistia, a bola ia para trás da tela. Em seguida, a bola reapareceu do outro lado. Mas, em alguns casos, foi substituída por outra bola, de modo que parecia ter encolhido ou magicamente crescido.

No geral, os cães olharam mais tempo para a bola quando esta parecia mudar de tamanho. Mas quando Corsin Müller analisou as diferenças de comportamento entre os sexos ficou “bastante surpreso”, conta. Os machos olharam para a bola a mesma quantidade de tempo, quer esta mudasse ou não de tamanho. Mas as cadelas olharam muito mais tempo para as bolas que mudaram de tamanho (36 segundos, em média), do que para as que ficaram iguais. Segundo Corsin Müller, quando os investigadores de cognição animal reúnem grupos de estudo, podem escapar a este tipo de efeito se não incluírem um número igual de animais machos e fêmeas.

Razão evolutiva


Os machos são mais orientados para tarefas que necessitam do olfactoPara Corsin Müller e colegas é pouco provável que exista uma razão evolutiva para as fêmeas e os machos terem diferentes capacidades visuais. Mas o psicólogo e especialista em cães Stanley Coren, da Universidade de British Columbia, no Canadá, discorda. “Sempre que existem diferenças entre os sexos, normalmente há uma razão evolutiva que explica o porquê destas acontecerem”, afirma. De acordo com o especialista, as fêmeas podem ter de recorrer mais à vista para se manterem a par de uma ninhada de cachorros, que praticamente têm o mesmo cheiro. Ou talvez haja algum tipo de benefício para os machos. Estes são mais orientados para o cheiro (as pessoas preferem-nos às fêmeas para tarefas que exigem rastreamento, por exemplo) e por isso prestam menos atenção às diferenças visuais.


Para testar se as fêmeas dependem mais da visão porque precisam de controlar os filhotes, os cientistas poderiam realizar a experiência em cadelas que estão grávidas ou têm novas ninhadas, para ver se estão ainda mais atentas, sugere a psicóloga Emma Collier-Baker, da Universidade de Queensland, na Austrália.


No entanto, Corsin Müller e colegas procuram saber se os cães começam a compreender melhor o espaço se lhes forem dados brinquedos educativos quando têm dois meses de idade. Os resultados podem indicar se as deficiências dos cães na compreensão espacial estão enraizadas ou se resultam do ambiente em que crescem.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Remember 2010...

Queridos Amigos,
foi um ano especial!! Foi cansativo, entusiasmante, louco, feliz, agitado,mas foi bom!
Foi o ano da semente colocada na terra.

Desejamos para o 2011 que seja o ano do crescimento e da colheita.
Para nós e para todos, muita felicidade, paz , saúde e sucesso! Amamos vocês!


terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Dizem sobre Agility...

Esta matéria é foi publicada dois anos e meio atrás, mas vale a pena ler;  a agility continua sendo pouco conhecida, ou pelo menos não tanto quanto mereceria.

Claro, pessoas do meio cinófilo conhecem;  mas quem não conhece são as pessoas que trariam o maior beneficio em praticá-la junto com seus  cães. Pessoas normais, que tem um cão em casa, que amam este cão quase como um filho; muitas vezes famílias com crianças, adolescentes que adorariam fazer um esporte ao ar livre, divertido e em dupla com o próprio cachorro.
Nada é mais gostos para quem ama um cão, que poder fazer algo junto. Mas na realidade, o que podem fazer normalmente? Uma caminhada...pelo bairro; uma voltinha pra fazer xixi...; o que acontece na realidade é que as pessoas curtem os cães só em casa, e 30% das capacidades e da interatividade possível entre dono-cão.
Poucos cães são treinados, adestrados, até educados; já com um adestramento básico, a comunicação e o relacionamento melhora muito. E as possibilidades de se divertir também!
Dentro de casa, os cães acabam vivendo uma vida que não é nunca o ideal pra eles: ou dormem muito, ou aprontam alguma coisa para extravasar a energia contida. As poucas horas que as pessoas conseguem dedicar a eles, são pela maior parte ocupadas com carinho, brincadeiras no sofá, dar comida, levar dar o passeio para as necessidades. As vezes eles acompanham a gente na rua, mas só se não temos que ir em todos os lugares onde infelizmente no nosso país eles não podem entrar; isso limita muito as saídas juntos. 
Por estes motivos todos, a pratica do agility é uma solução. E é solução também para todos aqueles que acham uma coisa chaterrima fazer qualquer tipo de atividade física como ir em uma academia, fazer exercícios repetitivos em uma sala, com um espelho mostrando tudo o que a gente não quer ver. Ou sair na rua para caminhar ou correr...sozinhos, com a companhia talvez de um fone de ouvido. Estas caminhadas e corridas, é verdade, quem tem um cachorro pode até fazer junto. Mas o cachorro gosta de parar, cheirar, jogar bolinha, e brincar.
Agility tem tudo isso: tem movimento, tem brincadeira, tem cumplicidade, tem disciplina, tem desafio, tem competição se a gente quer, ou só diversão. E muito, muito Amor.

Conheça o esporte que une cão e dono

15/03/08 - 07h39 - Atualizado em 15/03/08 - 14h11

Luciana Rossetto Do G1, em São Paulo

Quem gosta de malhar pode praticar agility junto com seu cãozinho.
Animais e donos de qualquer idade e tipo físico podem participar.
 
 
Foto: Divulgação/Hundewelt
Divulgação/Hundewelt
Animais de qualquer idade e raça podem praticar (Foto: Divulgação/hundewelt)
Quem é louco por cachorro gosta de fazer tudo ao lado do melhor amigo - o que nem sempre é possível, já que muitos lugares não permitem a presença dos bichinhos. Mas aqueles que gostam de malhar podem contar com a companhia de seus cães para praticar exercícios. Existe um esporte voltado para cães que deve ser feito junto com o dono: o agility.

O esporte foi criado há 30 anos, inspirado no hipismo, e começou a ser praticado há 10 anos no Brasil. De acordo com dados da Comissão Brasileira de Agility (CBA), existem cerca de 400 duplas competidoras no país. Comparado a outros países, esse número de praticantes é modesto.

“Na Finlândia, o agility é considerado o segundo esporte mais popular do país. Os Estados Unidos têm transmissão dos campeonatos na TV. Na França, são oito mil competidores”, diz Fernando Leibel, coordenador geral da CBA.

  Esporte
 
No agility, o cachorro tem que percorrer um circuito de obstáculos, que exige força, equilíbrio e muita agilidade. Tudo é acompanhado pelo dono, chamado “condutor”. No final, vence o cão que completar o percurso sem cometer faltas e no menor tempo.

A partir dos dois meses, os cães podem começar a praticar o agility, e com um ano, o animal já está pronto fisicamente para aprender todos os exercícios do circuito, inclusive os saltos. Mas assim como os donos fazem avaliação física, antes de começar a treinar, é aconselhável levar o bichinho a um veterinário.

“O agility é legal porque é uma forma de praticar esporte com o cão. É uma ligação a mais na relação com o animal, além de ajudar a prevenir doenças cardíacas e outros problemas provocados pelo sedentarismo”, afirma o veterinário José Luiz Filho, que é técnico da seleção brasileira de agility e responsável pela área técnica da CBA.

Foto: Divulgação/www.hundewelt.com.br
Divulgação/www.hundewelt.com.br
 
Esporte previne doenças ligadas ao sedentarismo (Foto: Divulgação/hundewelt)
Caso o cão se torne um “atleta profissional”, ele vai competir em categorias que levam em conta seu tamanho e sua habilidade. Antes das provas oficiais, que aceitam animais a partir dos 18 meses, ele pode participar dos campeonatos para iniciantes e veteranos.

“O importante não é só a habilidade, mas também a velocidade. A dupla tem que fazer tudo muito bem e rápido. Hoje em dia tem muita gente boa”, diz Dan Wroblewski, veterinário e árbitro de agility da CBA. “Claro que, para brincar, ninguém treina com o cronômetro. Para começar, o importante é conduzir bem os cães.”

“Não há uma idade para parar, mas o esporte tem que ser prazeroso para o cão. Quando já começa a ter dificuldade para o salto ou já não gosta mais, é hora de deixar de lado alguns exercícios e só continuar fazendo por diversão”, diz Luiz Filho.

Assim como não há limites para cães, condutores de qualquer idade podem praticar o esporte. “Para as crianças, é muito saudável. É interessante, pois exige determinação das crianças, que têm de fazer um esforço para cumprir os objetivos”, diz Leibel.

  Cães sociáveis
 
O adestramento pode ser feito junto com o treinamento do circuito e mesmo os cães mais velhos podem aprender os comandos. De acordo com a CBA, o agility pode contribuir para tornar o cão mais sociável e calmo.

“Os cães têm energia para gastar e o esporte ajuda a liberar essa energia. Tem bicho que destrói tudo em casa e depois, quando começa a fazer agility, consegue liberar essa energia. É uma forma de manter o bicho mais controlado, porque ele tem que respeitar o condutor”, diz Leibel.

Entre as raças que são destaque no esporte estão border collie, poodle, schnauzer, golden retriever, labrador, jack russel e pastor malinóis.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Fim de Ano chegando...pensando neles...

Cuidados com Fogos de Artifício  

Os fogos são responsáveis por acidentes dos mais variados tipos, principalmente com cães. Natal, Ano Novo, Copa do Mundo, finais de campeonatos de futebol são ocasiões em que os animais mais se perdem de seus donos.

Todos os animais se assustam facilmente nas épocas festivas com o barulhos dos fogos e rojões. O pânico desorienta o animal, que tende a correr desesperado e sem destino, além de provocar ataques cardíacos e desencadear problemas que podem levar o animal à morte. 

Procure evitar tudo isso garantindo condições mínimas de segurança, evitando ambientes conturbados e barulhentos (desde antes do espocar dos fogos), passe-lhe paz e tranqüilidade, e a sensação de que tudo está bem e sob controle.

Lembre-se também que se o seu bichinho conseguir fugir, por desespero, ele irá correr por vários e vários quilômetros. É MUITO IMPORTANTE deixar o animal com uma coleira com um telefone de contato. Se alguém conseguir resgatar seu bichinho, você poderá ser contatado. Utilize uma plaqueta de metal ou de plástico, com uma escrita que não saia se molhar. Não utilize etiquetas de papel com telefone escrito à caneta, pois ficará ilegível se molhar.
  
Os Perigos dos Fogos
 
Fugas - tornando-se animais perdidos, atropelados e que vão provocar acidentes;

Mortes - enforcando-se na própria coleira quando não conseguem rompê-la para fugir; atirando-se de janelas; atravessando portas de vidro; batendo a cabeça contra paredes ou grades;

Graves ferimentos - quando atingido ou sem saber abocanhando um rojão achando que é algum objeto para brincar;

Traumas - com mudanças de temperamento para agressividade;

Ataques - investidas contra os próprios donos e outras pessoas;

Brigas - com outros animais com os quais convivem, inclusive;

Mutilações - no desespero de fugir chegam a se mutilar ao tentar atravessar grades e portões;

Convulsões (ataques epileptiformes);

Morte e alteração do ciclo reprodutor dos animais da fauna silvestre;

Afogamento em piscinas;

Quedas de andares e alturas superiores;

Aprisionamentos indesejados em porões e em lugares de difícil acesso;

Paradas cardiorespiratórias etc..
 
Recomendações para Com os Animais
 
Acomodar os animais dentro de casa, em lugar onde possam se sentir em segurança, com iluminação suave e se possível um radio ligado com música;


Fechar portas e janelas para evitar fugas e suicídios;

Dar alimentos leves, pois distúrbios digestivos provocados pelo pânico podem matar (torção de estômago, por exemplo);

Cobrir gaiolas de pássaros e checar cercados de animais (cabras, galinhas etc.);

Cobertores pesados estendidos nas janela abafam o som, assim como cobertores no chão ou um edredom sobre o animal;

Não deixar muitos cães juntos, pois, excitados pelo barulho, brigam até a morte. Tente deixá-los em quartos separados pois, na hora dos fogos, eles poderão morder-se uns aos outros, no desespero;

Um pouco antes da meia-noite leve seu animal para perto da tv ou de um aparelho de som e aumente aos poucos o volume de tal forma que ele se distraia e se acostume com um som alto. Assim não ficará tão assustado com o barulho intenso e inesperado dos fogos;

Procurar um veterinário para sedar os animais no caso de não poder colocá-los para dentro de casa. Animais acorrentados acabaram se enforcando em função do pânico;

Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos que podem ser colocados minutos antes e tirados logo após os fogos;

Assim como calmantes naturais que apresentam resultado bastante eficiente para os animais que historicamente apresentam o estresse.

 
Recomendações para com Gatos
 
Escolha um quarto da casa que tenha uma cama e um armário, e prepare para ser o quarto dos gatos no reveillon.

Abra um ou dois armários e coloque cobertores para forrar e formar tocas confortáveis;

Desarrume a cama e coloque cobertores formando tocas; tocas embaixo da cama também são boas;

Feche toda a janela, passe a cortina e, se possível, encoste um colchão na janela para abafar o barulho;

Água, comida e caixinha de areia devem ficar distribuídos estrategicamente pelo quarto, sempre encostados na parede, para evitar serem derrubados e tudo acabar na maior sujeira;

Tire qualquer coisa que possa ser derrubada, quebrada, derramada;

Feche os gatos neste quarto a partir dos primeiros rojões e deixe-os lá. Deixá-los soltos aumenta o medo, a correria e o desespero, e eles acabam se enfiando em lugares como embaixo da máquina de lavar e da geladeira;

Para quem mora em casa, com gatos que tem acesso à rua, recolha os gatos antes do pôr-do-sol e feche-os da mesma maneira. Na rua é mais perigoso, pois, quando se assustarem, podem se perder. Além disso, podem ser alvo de maus-tratos;


Florais de Bach (Terapeuta Martha Follain)
 
As essências abaixo, combinadas, funcionam bem tanto para cães quanto para gatos:
rescue + mimulus + aspen + rock rose + cherry plum

Mande fazer em qualquer farmácia de manipulação ou homeopática SEM ÁLCOOL
NEM GLICERINA, e guarde na geladeira (dura todo o vidrinho, apesar de dizerem na farmácia que dura só 2 dias).
  

Dosagem:
- Para aves pequenas: 2 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, pode ser colocada no bebedouro;
- Para aves médias: 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, pode ser colocada no bebedouro;
- Para cães de pequeno e médio porte e gatos: 4 gotas da fórmula, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha;
- Para cães de grande porte e gigantes: 6 gotas, 4 vezes ao dia, diretamente na boquinha de seu amigão;
- Para cavalos ou animais de grande porte: 30 gotas, 4 vezes ao dia, no bebedouro.
 

Para se ter absoluto sucesso no tratamento, é interessante que se tenha continuidade no mesmo, não esquecendo de ministrar as gotinhas regularmente. Aconselha-se a começar o tratamento, pelo menos, 5 dias antes do natal e estendê-lo até o dia 3 de janeiro, já que algumas pessoas insistem em prolongar a barulheira!.
 

EM PAÍSES DA EUROPA SÓ É PERMITIDO SOLTAR FOGOS EM ÁREAS PREVIAMENTE ESTABELECIDAS PARA NÃO PREJUDICAR A FAUNA.
 
PREVENIR É O IDEAL, POIS SÃO POUCOS OS VETERINÁRIOS DISPONÍVEIS NO PRIMEIRO DIA DO ANO.


Fontes:  PEA; Fala Bicho;  Renad ; Clarissa Niciporciukas